A categoria escolhida no Perfil da Empresa é um dos sinais mais fortes que o Google usa para decidir em quais buscas mostrar o seu negócio. Escolha a categoria principal mais específica possível: ‘barbearia’ em vez de apenas ‘salão de beleza’, ou ‘pizzaria’ em vez de apenas ‘restaurante’, por exemplo. Depois, adicione categorias secundárias que também façam sentido, sem exagerar na quantidade nem incluir categorias que não representam de fato o que você oferece.
Além da categoria, o Perfil da Empresa permite marcar atributos específicos, como ‘aceita cartão’, ‘tem estacionamento’, ‘acessível para cadeira de rodas’ ou ‘atendimento em domicílio’. Esses atributos ajudam o Google a filtrar seu negócio em buscas mais específicas e ajudam o próprio cliente a decidir se vale a pena o contato antes mesmo de ligar.
Fotos boas aumentam a confiança de quem está pesquisando e ajudam o Google a confirmar que o negócio é real e está ativo. Inclua foto da fachada (fundamental para quem vai encontrar o local pela primeira vez), do ambiente interno, da equipe trabalhando e dos produtos ou resultados de serviços já entregues, sempre com autorização de quem aparece na imagem.
Evite usar apenas fotos de banco de imagens genéricas no perfil, já que elas não ajudam a comprovar que o negócio é real e podem até reduzir a confiança de quem compara o perfil com a realidade ao chegar no local.
Atualize as fotos com certa frequência, por exemplo a cada dois ou três meses. Perfis que recebem fotos novas de tempos em tempos tendem a passar a impressão de negócio ativo, o que ajuda tanto o cliente que está decidindo quanto o algoritmo do Google, que valoriza perfis com movimento recente.
Vale reforçar um erro comum: escolher categoria genérica demais só porque parece ‘abranger mais gente’. Na prática, o efeito costuma ser o oposto: um perfil com categoria muito ampla compete com negócios de nichos totalmente diferentes e perde relevância exatamente nas buscas que mais interessam para você.
Vídeos curtos também podem ser adicionados ao perfil, e negócios que mostram na prática o que fazem (uma manicure finalizando um trabalho, um mecânico explicando um reparo comum, um professor apresentando o espaço de aula) tendem a gerar mais confiança do que apenas fotos estáticas, já que o vídeo comunica movimento e realidade de forma mais direta.
Para negócios que vendem produtos físicos, vale destacar fotos individuais de cada item mais procurado, com boa iluminação natural sempre que possível, evitando fotos escuras ou tiradas às pressas, que passam a impressão de descuido mesmo quando o produto em si é de qualidade.
Peça também para os próprios clientes satisfeitos publicarem fotos no perfil, quando fizer sentido para o tipo de negócio (por exemplo, um restaurante pode incentivar o cliente a fotografar o prato). Fotos publicadas por clientes reais, além de não exigirem esforço nem custo do dono do negócio, costumam gerar mais confiança do que fotos publicadas apenas pela própria empresa.
Cuidado com um erro comum na hora de organizar as fotos: subir dezenas de imagens repetidas do mesmo ângulo, todas no mesmo dia, e depois passar meses sem adicionar nada novo. Prefira uma quantidade menor, mas variada, distribuída ao longo do tempo, do que um único despejo grande de fotos parecidas entre si.
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